O Design deve ser exclusivamente de índole pragmática, baseada nos termos do “problem-solving” ou deverá aproximar-se de uma expressão individual? Poderão ambas co-existir?
Após a dispersão dos cursos superiores de Design para zonas geograficamente mais afastadas de Lisboa e Porto, continuará a haver vantagens de peso em frequentar cursos nestes locais? Ou a dispersão do conhecimento não acompanha a dos cursos?