Será a criação de uma agência/atelier de design com sucesso fruto de uma boa estratégia de marketing e promoção ou um conjunto eficaz de relações públicas?
O Design deve ser exclusivamente de índole pragmática, baseada nos termos do “problem-solving” ou deverá aproximar-se de uma expressão individual? Poderão ambas co-existir?
Após a dispersão dos cursos superiores de Design para zonas geograficamente mais afastadas de Lisboa e Porto, continuará a haver vantagens de peso em frequentar cursos nestes locais? Ou a dispersão do conhecimento não acompanha a dos cursos?
Perante as condições actuais de trabalho, será preferível trabalhar num atelier ou agência de design ou numa empresa onde o designer é o único representante da sua área ou está incluido numa equipa reduzida? Será a natureza dos projectos e a presença ou não de hierarquia compensadora?